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Imagem gerada por IA: numa cidade romana da Ásia Menor, Paulo e Barnabé rasgam as vestes e detêm um sacerdote pagão que traz touros enfeitados com guirlandas para lhes oferecer em sacrifício.

Se só Deus é adorado, por que venerar santos?

A acusação de idolatria parte de um cuidado justo: só Deus pode ser adorado. A Igreja concorda, e por isso nunca ofereceu sacrifício a santo nenhum.

12 min de leitura

Imagem gerada por IA: Paulo e Barnabé recusam o sacrifício que a multidão de Listra queria lhes oferecer (At 14,8-18), em estilo de pintura barroca

A resposta curta

Porque venerar não é adorar. Adorar é reconhecer alguém como Deus e oferecer-lhe o culto que só a Ele pertence, cujo sinal maior é o sacrifício; isso a Igreja dá somente a Deus. Venerar um santo é honrar, imitar e pedir a oração de um irmão em quem Deus agiu, do mesmo modo que a Bíblia manda honrar os pais e os servos de Deus.

A objeção

O que se costuma dizer

A Bíblia não deixa dúvida: "Não terás outros deuses diante de mim" e "não te prostrarás diante deles nem os servirás" (Ex 20,3.5). Jesus repetiu: "Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele prestarás culto" (Mt 4,10). Mesmo assim, os católicos se ajoelham diante de imagens de Maria, acendem velas para Santo Antônio, fazem procissão para São Sebastião e pedem graças a São Judas. Isso é dar a criaturas o que só Deus merece. Chamar de "veneração" não muda nada: é idolatria com outro nome.

Quem fala assim quase sempre quer proteger a honra de Deus, e esse cuidado é bom. Por isso a objeção merece uma resposta séria.

De onde vem a pergunta

De onde vem essa acusação?

A desconfiança é antiga. Por volta do ano 400, Fausto, um bispo maniqueu, acusava os católicos de terem trocado os ídolos pelos mártires, e Agostinho respondeu numa obra inteira (a aula O catolicismo misturou crenças pagãs? conta essa história). Em 406, Jerônimo escreveu contra Vigilâncio, um padre da Gália que criticava a honra prestada aos túmulos dos mártires.

Na Reforma do século XVI a questão voltou com força, mas é bom ser preciso. A Confissão de Augsburgo, dos luteranos, de 1530, não proibia honrar os santos: dizia que a memória deles pode ser proposta para que imitemos a sua fé e as suas boas obras. O que ela rejeitava era invocá-los, porque a Escritura apresenta só Cristo como mediador (artigo 21). No ano seguinte, a Apologia da Confissão aprovou expressamente três honras aos santos: dar graças a Deus pelos dons que Ele lhes deu, fortalecer a fé com o seu exemplo e imitá-los (artigo 21).

Hoje, no Brasil, a acusação aparece em pregações, vídeos e conversas de família, e costuma misturar três assuntos: honrar os santos, pedir a sua oração e usar imagens. Esta aula trata do primeiro. As palavras técnicas estão em O que são latria, dulia e hiperdulia?; a pergunta sobre se os santos nos ouvem, em Os mortos ouvem as nossas orações?; e as imagens têm aula própria, Êxodo 20 proíbe as imagens?

A pergunta certa

Qual é a pergunta que importa?

Num ponto não há discussão: só Deus pode ser adorado. A Igreja Católica ensina isso com todas as letras e chama de idolatria honrar uma criatura no lugar de Deus (Catecismo, n. 2113).

A pergunta honesta, então, é outra: honrar uma criatura por causa do que Deus fez nela tira alguma coisa de Deus? Se a resposta fosse sim, também seria idolatria honrar pai e mãe, ficar de pé quando entra um juiz ou guardar com carinho a foto de uma avó que já morreu. Ninguém pensa assim. O que faz de um gesto um ato de adoração não é só o gesto: é a quem ele se dirige e como essa pessoa é tratada, se como Deus ou como alguém que recebeu tudo de Deus.

O que diz a Bíblia

O que a Bíblia diz sobre honrar criaturas?

Primeiro, o mandamento que a objeção cita:

Não terás outros deuses diante de mim. [...] Não te prostrarás diante deles nem os servirás. (Ex 20,3.5)

O que se proíbe é tratar alguma coisa como deus: "outros deuses". O verbo hebraico traduzido por "prostrar-se" (hishtachavá) é o mesmo que o Antigo Testamento usa, sem nenhuma censura, para gestos de honra a pessoas: Jacó se prostra sete vezes diante do irmão Esaú (Gn 33,3), e o profeta Natã se prostra diante do rei Davi (1Rs 1,23). Há um caso que interessa de perto, porque a honra é dada a um homem santo por causa de Deus:

Os filhos dos profetas que estavam em Jericó o viram de longe e disseram: "O espírito de Elias repousa sobre Eliseu". Foram ao seu encontro e se prostraram por terra diante dele. (2Rs 2,15)

Eles não adoram Eliseu: honram o que Deus pôs nele. Nas mesmas tábuas da Lei que proíbem os outros deuses, aliás, está o mandamento "Honra teu pai e tua mãe" (Ex 20,12). Adorar só a Deus e honrar quem merece honra nunca foram coisas opostas.

O Novo Testamento segue a mesma linha. Pedro escreve: "Honrai a todos, amai os irmãos, temei a Deus, honrai o rei" (1Pd 2,17). E o próprio Deus honra os seus servos:

Se alguém me serve, siga-me; e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. Se alguém me serve, o Pai o honrará. (Jo 12,26)

Se o Pai honra quem serviu a Cristo, honrar essa mesma pessoa é concordar com Deus. A Carta aos Hebreus mostra como fazer isso:

Lembrai-vos dos vossos guias, que vos anunciaram a palavra de Deus; considerai como terminou a vida deles e imitai a sua fé. (Hb 13,7)

Lembrar, considerar, imitar: é o que a Igreja faz quando celebra um santo. E Paulo explica por que isso alegra a todos: "se um membro é honrado, todos os membros se alegram com ele" (1Cor 12,26).

Mas a Bíblia também mostra o limite. Em Listra, depois de um milagre, a multidão e o sacerdote de Zeus quiseram oferecer touros em sacrifício a Paulo e Barnabé, achando que eram deuses (At 14,11-13):

Ao saberem disso, os apóstolos Barnabé e Paulo rasgaram as vestes e correram para o meio da multidão, gritando: "Homens, por que fazeis isso? Nós também somos humanos como vós, e vos anunciamos que deixeis essas coisas vãs e vos volteis para o Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles existe". (At 14,14-15)

O sacrifício é o sinal próprio da adoração, e os apóstolos o recusam na hora. Há cenas parecidas: Cornélio cai aos pés de Pedro, e Pedro o levanta, dizendo "eu também sou homem" (At 10,25-26); João cai aos pés de um anjo para adorá-lo, e o anjo responde: "Não faças isso! Sou servo como tu [...]. Adora a Deus" (Ap 22,8-9; ver também 19,10). Esses textos não condenam toda honra a uma criatura, já que a própria Bíblia manda dá-la; mostram que, quando alguém corre o risco de ser tratado como Deus, os santos recusam. Tomás de Aquino explica que o anjo recusou para mostrar a dignidade que o homem recebeu em Cristo e para afastar qualquer ocasião de idolatria (Suma, II-II, q. 84, a. 1, ad 1). A Igreja diz o mesmo.

Os versículos estão em tradução nossa, a partir do hebraico (Êxodo e Reis) e do grego (os demais). Para ler cada capítulo inteiro numa tradução católica, veja a Bíblia Ave-Maria: Êxodo 20, 2 Reis 2, 1 Pedro 2, João 12, Hebreus 13, 1 Coríntios 12, Atos 14, Atos 10 e Apocalipse 22.

O que diziam os primeiros cristãos

O que faziam os primeiros cristãos?

Os textos mais antigos mostram as duas coisas juntas: amor pelos santos e recusa total de adorar alguém além de Deus.

Os cristãos de Esmirna, por volta de 155 a 160. Quando o bispo Policarpo foi martirizado em Esmirna, os adversários tentaram impedir que os cristãos levassem o corpo, dizendo que eles iam abandonar Cristo para adorar o mártir. A comunidade respondeu na carta que conta o martírio:

A Ele, que é o Filho de Deus, adoramos; os mártires, como discípulos e imitadores do Senhor, amamos com justiça. (Martírio de Policarpo 17,3)

O Catecismo cita esse trecho no número 957.

Agostinho, por volta de 400. Respondendo a Fausto, que acusava os católicos de adorar os mártires no lugar dos ídolos, ele explica a diferença com precisão:

Honramos os mártires com aquele culto de amor e de comunhão com que, também nesta vida, são honrados os santos homens de Deus. [...] Mas com aquele culto que em grego se chama latria, e que em latim não se diz com uma só palavra, por ser um serviço devido propriamente à divindade, não honramos nem ensinamos a honrar senão o único Deus. (Resposta a Fausto XX,21)

E tira a consequência: como o sacrifício pertence a esse culto, a Igreja não oferece nem manda oferecer sacrifício "a mártir algum, a alma santa alguma, a anjo algum".

Jerônimo, em 404. Escrevendo a um padre da Gália sobre as críticas de Vigilâncio, resume tudo assim:

Honramos os servos, para que a honra dos servos redunde no Senhor. (Carta 109,1)

Jerônimo era conhecido pelo temperamento forte, e o tom dele com Vigilâncio não é modelo para ninguém. Mas o argumento é claro e é o mesmo dos outros: a honra aos santos termina em Deus. (As relíquias têm aula própria: Relíquias têm fundamento na Bíblia?)

As frases do Martírio de Policarpo estão em tradução nossa a partir do grego; as de Agostinho e de Jerônimo, a partir do latim.

Imagem gerada por IA: perto de Jericó, um grupo de jovens profetas se prostra por terra diante do profeta Eliseu, que segura o manto de Elias.
Imagem gerada por IA: Os filhos dos profetas se prostram diante de Eliseu, sobre quem repousa o espírito de Elias (2Rs 2,15)

O que a Igreja ensina

O que a Igreja ensina?

A doutrina foi fixada em dois concílios. O segundo Concílio de Niceia, em 787, distinguiu a veneração honrosa, que se pode prestar às imagens e, por meio delas, a quem representam, da verdadeira adoração, que convém só a Deus (a aula sobre latria e dulia mostra o texto). O Concílio de Trento, em 1563, ensinou que os santos que reinam com Cristo oferecem a Deus as suas orações pelos homens, e que é bom e útil invocá-los para obter de Deus os seus benefícios por meio de Jesus Cristo, o único Redentor e Salvador (sessão XXV). O Catecismo e o Concílio Vaticano II dizem o mesmo com outras palavras:

Há idolatria desde o momento em que o homem honra e reverencia uma criatura em lugar de Deus […]

Catecismo da Igreja Católica, n. 2113

[…] todo o genuíno testemunho de veneração que prestamos aos santos, tende e leva, por sua mesma natureza, a Cristo […]

Concílio Vaticano II, Lumen Gentium, n. 50

[…] as nossas relações com os bem-aventurados, quando concebidas à luz da fé, de modo algum diminuem o culto de adoração prestado a Deus […]

Concílio Vaticano II, Lumen Gentium, n. 51

Repare no que esses textos dizem e no que não dizem. A Igreja não obriga ninguém a rezar a este ou àquele santo: Trento diz que invocar os santos é bom e útil. O que ela não aceita é chamar isso de idolatria. E ela mesma vigia os excessos: o Vaticano II pediu aos pastores que corrijam "os abusos, excessos ou defeitos" que tenham surgido (Lumen Gentium 51).

A Missa mostra o limite na prática. A Igreja celebra Missas em honra dos santos, mas o Concílio de Trento lembra que o sacrifício nunca é oferecido a eles, e sim só a Deus, que os coroou; por isso o padre não diz que oferece o sacrifício a Pedro ou a Paulo (sessão XXII, capítulo 3), exatamente como Agostinho tinha escrito mais de mil anos antes. O Catecismo diz que a Igreja oferece o sacrifício eucarístico "em comunhão" com Maria e com todos os santos, fazendo memória deles (n. 1370): com eles, e não a eles. Os trechos são curtos; o texto inteiro está no link de cada um.

Lado a lado

Adorar e venerar, lado a lado

PontoAdorarVenerar
A quemSó a Deus: Pai, Filho e Espírito SantoAos santos e aos anjos
O que éReconhecer alguém como Deus, Criador e Senhor de tudo (Catecismo, n. 2096)Honrar um irmão em quem Deus agiu, imitá-lo e pedir a sua oração
Por quêPelo que Deus éPelo que Deus fez nele (Jo 12,26)
Sinal próprioO sacrifício: a Missa é oferecida só a DeusMemória, festa, imitação, pedido de oração
Na BíbliaMt 4,10; At 14,15Ex 20,12; 2Rs 2,15; Hb 13,7
Quando vira pecadoQuando é dado a uma criatura: idolatria (Catecismo, n. 2113)Quando o santo é tratado como se fosse Deus, ou a confiança que é de Deus vai para a imagem

Linha do tempo

A mesma pergunta, a mesma resposta, em datas

Em quase dois mil anos, a pergunta voltou várias vezes, e a resposta da Igreja foi sempre a mesma: adoração, só a Deus.

  1. c. 155 a 160Martírio de PolicarpoOs cristãos de Esmirna escrevem que adoram Cristo e amam os mártires.
  2. c. 400Agostinho responde a FaustoA latria, com o sacrifício, só para Deus; aos mártires, um culto de amor e de comunhão.
  3. 404 e 406Jerônimo e VigilâncioJerônimo defende a honra aos mártires: honramos os servos para que a honra chegue ao Senhor.
  4. 787Segundo Concílio de NiceiaDefine a diferença entre a veneração honrosa e a verdadeira adoração, que convém só a Deus.
  5. 1530Confissão de AugsburgoOs luteranos aceitam a memória e a imitação dos santos, mas rejeitam invocá-los (artigo 21).
  6. 1563Concílio de TrentoEnsina que é bom e útil invocar os santos e que isso não é idolatria (sessão XXV).
  7. 1964Lumen GentiumO Vaticano II ensina que a verdadeira veneração dos santos leva a Cristo e não diminui a adoração devida a Deus (n. 50 e 51).

Os frutos

Para onde leva a veneração dos santos?

Quem conhece de perto a vida de um santo percebe que ele não prende ninguém a si. Paulo dizia: "Sede meus imitadores, como eu sou de Cristo" (1Cor 11,1). É isso que a Igreja procura nos santos: gente de carne e osso que mostra, com a própria vida, que o Evangelho pode ser vivido em qualquer época. O Vaticano II diz que o verdadeiro culto dos santos está menos na quantidade de gestos externos do que na intensidade do amor, que busca neles exemplo, comunhão e ajuda (Lumen Gentium 51).

Isso também serve de exame de consciência para os católicos. Se em algum lugar a devoção a um santo virou superstição, ou se alguém trata a imagem como se ela tivesse poder próprio, a Igreja é a primeira a dizer que está errado; Trento já mandava eliminar toda superstição do culto dos santos (sessão XXV). A crítica de um irmão evangélico pode ser uma boa ocasião para conferir se a nossa devoção leva de fato a Cristo.

E há muito em comum para começar a conversa. Quem pede ao pastor ou a um irmão da igreja que ore por ele, ou lê com emoção a lista dos heróis da fé em Hebreus 11, já honra os servos de Deus sem adorá-los. A pergunta que fica é se a morte interrompe essa família, e é dela que tratam as próximas aulas.

Para guardar

Adorar é tratar alguém como Deus; venerar é honrar quem Deus santificou. A Igreja adora só a Deus, e por isso nunca ofereceu sacrifício a santo nenhum: ela honra os santos para chegar a Cristo, que os fez santos.

Teste

Teste o que você aprendeu

5 perguntas. A resposta aparece assim que você escolhe.

  1. 1. Que sinal de culto a Igreja reserva só a Deus, como lembram Agostinho e Tomás de Aquino?

  2. 2. Segundo o Catecismo (n. 2113), quando há idolatria?

  3. 3. Por que Paulo e Barnabé rasgaram as vestes em Listra (At 14)?

  4. 4. O que a Carta aos Hebreus manda fazer com os guias que anunciaram a palavra de Deus?

  5. 5. Segundo o Vaticano II (Lumen Gentium 50), para onde leva a verdadeira veneração dos santos?

Perguntas frequentes

Os católicos adoram os santos?

Não. A Igreja ensina que a adoração é devida só a Deus e chama de idolatria honrar uma criatura no lugar de Deus (Catecismo, n. 2113). Os santos são venerados: honrados, imitados e chamados a rezar por nós. O sacrifício, sinal próprio da adoração, é oferecido só a Deus.

Ajoelhar-se diante de uma imagem é adorar?

Não necessariamente. Na Bíblia, o mesmo gesto de prostrar-se aparece diante de Deus e diante de pessoas, como Natã diante de Davi (1Rs 1,23). O que define a adoração é tratar alguém como Deus. O uso das imagens tem aula própria, sobre Êxodo 20.

Se o sacrifício é só para Deus, por que há Missa de santo?

A Missa celebrada no dia de um santo é oferecida a Deus, em memória do santo e pedindo a sua intercessão. O Concílio de Trento lembra que o sacrifício nunca é oferecido aos santos, mas só a Deus, que os coroou (sessão XXII, capítulo 3).

Os protestantes honram os santos?

Muitos, sim. A Confissão de Augsburgo, dos luteranos (1530), aceita lembrar os santos para imitar a sua fé, e a Apologia da Confissão (1531) aprova dar graças a Deus por eles e imitá-los. O que os reformadores rejeitaram foi invocá-los, isto é, pedir a sua oração.

Todo católico é obrigado a rezar aos santos?

A Igreja ensina que é bom e útil invocar os santos e pedir a sua oração (Concílio de Trento, sessão XXV), e o Catecismo diz que podemos e devemos fazê-lo (n. 2683). Mas ninguém é obrigado a rezar a um santo determinado, e toda oração termina em Deus.

Para ir mais fundo

Fontes

  1. VaticanoCatecismo da Igreja Católica, n. 2096, 2113 e 2132
  2. VaticanoCatecismo da Igreja Católica, n. 946 a 962 (n. 957 cita o Martírio de Policarpo)
  3. VaticanoCatecismo da Igreja Católica, n. 1370
  4. VaticanoCatecismo da Igreja Católica (inglês), n. 957 e a nota que identifica o Martírio de Policarpo 17
  5. VaticanoConcílio Vaticano II, constituição Lumen Gentium, n. 50 e 51
  6. CCELMartírio de Policarpo, 17 e 18, texto grego (edição Lake, 1913)
  7. New AdventMartírio de Policarpo (tradução inglesa)
  8. Bibliothek der Kirchenväter (Universidade de Friburgo)Agostinho, Contra Faustum XX,21, texto latino (CSEL 25) e tradução inglesa
  9. New AdventAgostinho, Resposta a Fausto, livro XX (tradução inglesa)
  10. Catholic EncyclopediaObras de Santo Agostinho: datas da Resposta a Fausto (c. 400)
  11. New AdventJerônimo, Carta 109, a Ripário (tradução inglesa, 404)
  12. Corpus ThomisticumTomás de Aquino, Suma Teológica, III, q. 25, a. 6, com a frase latina da Carta 109 de Jerônimo
  13. New AdventJerônimo, Contra Vigilâncio (tradução inglesa, 406)
  14. New AdventTomás de Aquino, Suma Teológica, II-II, q. 84, a. 1 (tradução inglesa)
  15. Papal Encyclicals OnlineConcílio de Trento, sessão XXII (1562), capítulo 3: Missas em honra dos santos (tradução inglesa)
  16. Papal Encyclicals OnlineConcílio de Trento, sessão XXV (1563): invocação e veneração dos santos (tradução inglesa)
  17. Book of ConcordConfissão de Augsburgo (1530), artigo 21
  18. Book of ConcordApologia da Confissão de Augsburgo (1531), artigo 21
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