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Imagem gerada por IA, em estilo de pintura a óleo: ao pé de um grande paredão de rocha, Jesus estende a mão para Pedro, ajoelhado, diante dos outros apóstolos.

A pedra da Igreja é Pedro ou a fé de Pedro?

Os padres da Igreja leram a pedra de mais de um jeito. A Igreja não escolhe uma leitura contra a outra: Cristo é o fundamento, e Pedro é pedra pela fé que confessa.

11 min de leitura

Imagem gerada por IA: Jesus e Pedro em Cesareia de Filipe (Mt 16,13-19), em estilo de pintura renascentista

A resposta curta

As duas coisas andam juntas. Jesus diz a Simão "tu és Pedro" e promete edificar a Igreja "sobre esta pedra": a pedra é Pedro, o Pedro que acabou de confessar a fé em Cristo. Por isso o Catecismo diz que Cristo edificou a Igreja "sobre o rochedo desta fé, confessada por Pedro" (n. 424) e que Pedro, "graças à fé que confessou", é o rochedo da Igreja (n. 552).

A objeção

O que se costuma dizer

No grego, Jesus usa duas palavras diferentes: chama Simão de Petros, uma pedra pequena, e diz que vai edificar a Igreja sobre a petra, a rocha grande. A rocha não é Pedro. É a confissão de fé que ele acabou de fazer, ou o próprio Cristo, que a Bíblia chama de único fundamento. Pedro é só uma pedrinha.

É uma leitura comum entre pregadores evangélicos, e tem raízes na Reforma. Calvino, nas Institutas (IV,6,6), dizia que a pedra é Cristo confessado por Pedro, porque Cristo é o único fundamento (1Cor 3,11). Ele sabia que alguns padres da Igreja liam de outro jeito, mas achava a questão clara. A objeção merece resposta séria, porque mexe com o grego e com textos verdadeiros da Bíblia.

De onde vem a pergunta

De onde vem essa discussão?

A cena se passa na região de Cesareia de Filipe (Mt 16,13). Jesus pergunta aos discípulos quem ele é, Pedro responde que ele é o Cristo, o Filho do Deus vivo, e Jesus responde com a frase sobre a pedra (Mt 16,13-19).

A discussão é antiga, e não começou com os protestantes. Já nos primeiros séculos os padres da Igreja liam a "pedra" de mais de um jeito: uns viam nela o próprio Pedro, outros a fé que ele confessou, outros o próprio Cristo. Na Reforma, a leitura "a pedra é a fé, não a pessoa" virou argumento contra o papado.

No século XX, a conversa mudou de tom. O teólogo luterano Oscar Cullmann, num estudo clássico sobre Pedro publicado nos anos 1950, concluiu que Jesus usou nas duas partes da frase a mesma palavra aramaica, Kefa, e que edificou a Igreja sobre o apóstolo a quem chamou de Rocha. Cullmann não aceitava, porém, que essa missão passasse aos bispos de Roma. A pergunta sobre a pedra e a pergunta sobre os sucessores de Pedro são diferentes, e é bom não misturá-las.

A pergunta certa

Qual é a pergunta que importa?

São duas perguntas. A primeira é de texto: o que Jesus disse, segundo o grego de Mateus e o aramaico que ele falava? A segunda é de fé: é preciso escolher entre Pedro, a fé de Pedro e o próprio Cristo?

O que vem depois (o papel do papa, a sucessão e a infalibilidade) é tema das aulas Por que o papa é o líder da Igreja?, A sucessão apostólica está na Bíblia? e Como o papa pode ser infalível se papas erraram?.

O que diz a Bíblia

O que diz o texto de Mateus 16?

Primeiro, a cena inteira:

Ele lhes perguntou: E vós, quem dizeis que eu sou? Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Jesus lhe disse: Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelaram isso, mas o meu Pai que está nos céus. E eu te digo: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. (Mt 16,15-18)

Repare na simetria. Pedro diz "tu és o Cristo"; Jesus responde "tu és Pedro". E logo continua falando com ele, no singular: "eu te darei as chaves", "o que ligares" (Mt 16,19). A frase sobre a pedra está no meio de um diálogo com uma pessoa.

O nome não era novo. Desde o primeiro encontro, Jesus tinha anunciado:

Tu és Simão, filho de João; tu te chamarás Cefas (que quer dizer Pedro). (Jo 1,42)

Cefas é o aramaico Kefa, pedra, rocha, escrito com letras gregas. Paulo, nas suas cartas, o chama quase sempre assim (por exemplo, 1Cor 15,5 e Gl 1,18).

Mas a Bíblia também chama Cristo de rocha e de fundamento. Paulo escreve que "a rocha era Cristo" (1Cor 10,4) e:

Ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, que é Jesus Cristo. (1Cor 3,11)

E o mesmo Novo Testamento diz que os fiéis estão edificados sobre os apóstolos:

Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, tendo como pedra angular o próprio Cristo Jesus. (Ef 2,20)

A muralha da cidade tinha doze alicerces, e sobre eles os doze nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. (Ap 21,14)

Ou seja, a Bíblia usa a imagem da pedra em mais de um sentido, e um não anula o outro. Cristo é o fundamento de tudo; os apóstolos são fundamento por causa dele; e todos os cristãos são "pedras vivas" (1Pd 2,5). No Antigo Testamento, Isaías compara Abraão, o pai do povo, à rocha de onde Israel foi talhado:

Olhai para a rocha de onde fostes talhados [...]. Olhai para Abraão, vosso pai. (Is 51,1-2)

Dizer que Pedro é pedra não tira de Cristo o lugar de rocha. É Cristo quem faz de Pedro uma pedra.

Os versículos estão em tradução nossa, feita a partir do grego e, no caso de Isaías, do hebraico. Para ler cada capítulo inteiro numa tradução católica, veja a Bíblia Ave-Maria: Mateus 16, João 1, 1 Coríntios 3, Efésios 2, Apocalipse 21 e Isaías 51.

O que diziam os primeiros cristãos

Como os padres da Igreja liam a pedra de Mateus 16?

Os padres não leram a frase de um só jeito, e é honesto mostrar isso.

A pedra é o próprio Pedro. Por volta de 200, Tertuliano pergunta, para mostrar que os apóstolos receberam todo o ensino de Cristo:

Será que algo ficou escondido de Pedro, chamado pedra sobre a qual a Igreja seria edificada, que recebeu as chaves do Reino dos céus e o poder de desligar e de ligar nos céus e na terra? (A prescrição dos hereges 22,4)

Anos depois, já afastado da Igreja e discutindo com um bispo, Tertuliano insiste que a promessa foi feita à pessoa de Pedro (e justamente para negar que esse poder passasse ao bispo): "Sobre ti, diz ele, edificarei a minha Igreja" (Sobre a modéstia 21,10). Em 376 ou 377, Jerônimo escreve ao papa Dâmaso que está em comunhão com a cátedra de Pedro e que sabe que sobre essa pedra a Igreja está edificada (Carta 15,2).

A pedra é a fé que Pedro confessou. Hilário de Poitiers, por volta de 360, chama a confissão de Pedro de pedra sobre a qual a Igreja é edificada (A Trindade VI,36). João Crisóstomo, por volta de 390, explica "sobre esta pedra" como "sobre a fé da sua confissão", e no mesmo trecho diz que Jesus faz de Pedro um pastor (Homilia 54 sobre Mateus, 3). Em outro sermão, Crisóstomo chama Pedro de chefe do grupo dos apóstolos (Homilia 88 sobre João, 1). Para ele, ler a pedra como fé não tirava de Pedro o primeiro lugar.

A pedra é Cristo. Agostinho, no começo do século V, explica que o nome de Pedro vem da pedra, e não o contrário: a pedra era Cristo, e sobre esse fundamento o próprio Pedro foi edificado (Tratado 124 sobre João, 5). Mas, já no fim da vida, nas Retratações (I,21; I,20 em algumas edições), ele conta que leu a pedra ora como o próprio Pedro, ora como Cristo, a quem Pedro confessou, e deixa ao leitor a escolha da leitura mais provável. Orígenes, nos anos 240, já tinha ido por um caminho espiritual: todo discípulo que confessa Cristo como Pedro se torna pedra (Comentário a Mateus XII,10).

As leituras juntas. Nos anos 440, o papa Leão Magno juntou tudo numa frase, pondo-a na boca de Jesus:

Embora eu seja a pedra inviolável, eu a pedra angular que de dois faço um, eu o fundamento além do qual ninguém pode pôr outro, também tu és pedra, porque és firmado pela minha força, para que aquilo que me é próprio pelo poder te seja comum comigo por participação. (Sermão 4,2 na Patrologia Latina; o Catecismo, que segue outra edição, cita como 4,3)

E logo depois: "sobre esta fortaleza construirei um templo eterno", e a Igreja se erguerá "na firmeza desta fé". Cristo é a rocha por natureza; Pedro é pedra por participação; a fé confessada é o que o firma. É esse sermão que o Catecismo cita na nota do número 424.

As frases de Tertuliano e de Leão estão em tradução nossa a partir do latim. As de Jerônimo, Hilário, Crisóstomo, Agostinho e Orígenes foram traduzidas ou resumidas a partir das versões inglesas indicadas nas fontes.

Imagem gerada por IA, em estilo de pintura a óleo: numa basílica em construção, pedreiros assentam uma grande pedra sobre a pedra angular, iluminada por um raio de luz.
Imagem gerada por IA: Cristo, a pedra angular, e os apóstolos como alicerce (Ef 2,20), em estilo de pintura barroca

O que a Igreja ensina

O que o Catecismo diz sobre a pedra?

O Catecismo não escolhe uma leitura dos padres contra as outras. Fala da fé de Pedro, de Cristo e de Pedro em números diferentes, e cada trecho explica o outro:

[…] sobre o rochedo desta fé, confessada por Pedro, que Cristo edificou a sua Igreja.

Catecismo da Igreja Católica, n. 424

[…] garante à sua Igreja, edificada sobre Pedro, a vitória sobre os poderes da morte.

Catecismo da Igreja Católica, n. 552

Pedro, graças à fé que confessou, permanecerá o rochedo inabalável da Igreja.

Catecismo da Igreja Católica, n. 552

Foi só de Simão […] que o Senhor fez a pedra da sua Igreja.

Catecismo da Igreja Católica, n. 881

No número 552, quem garante a vitória à Igreja edificada sobre Pedro é Cristo, que o Catecismo chama de "pedra viva", como a Primeira Carta de Pedro (1Pd 2,4). Juntos, os quatro trechos dizem a mesma coisa que Leão Magno: Cristo é a rocha; Pedro é pedra porque Cristo o firma e porque confessou a fé que o Pai lhe revelou (Mt 16,17); e a fé de Pedro não é uma ideia solta no ar, é a fé de alguém que Cristo pôs à frente dos irmãos. O que a Igreja não aceita é ler a fé contra a pessoa: o Concílio Vaticano I lê Mt 16,16-19 como a promessa do primado feita ao próprio Pedro (Pastor Aeternus, cap. 1). Na nota do número 424, o Catecismo remete justamente ao Sermão 4 de Leão. Em 2006, Bento XVI lembrou Jerônimo, que sabia que sobre a cátedra de Pedro a Igreja está edificada. Os trechos são curtos; o texto inteiro está no link de cada um.

O que a história mostra

Petros quer dizer pedrinha? O que dizem o grego e o aramaico

O grego. É verdade que, no grego mais antigo, havia uma diferença. O grande dicionário de Liddell e Scott registra petra como rocha, rochedo, penhasco, e petros como pedra, sobretudo na poesia: em Homero, é a pedra que os guerreiros atiram, às vezes do tamanho de uma mó. O mesmo dicionário avisa que a palavra comum para pedra, na prosa, era outra: lithos. No Novo Testamento, petros não aparece como palavra comum; aparece só como o nome de Pedro.

Por que Mateus usa duas formas? A explicação mais simples é a gramática. Petra é uma palavra feminina, e um homem precisa de um nome masculino; daí Petros. Quem quisesse dizer só "uma pedra", sem nenhum peso, teria à mão lithos, a palavra comum. Isso não prova sozinho qual é a pedra, mas mostra que o argumento do tamanho se apoia num matiz de poesia antiga.

O aramaico. Jesus e os apóstolos falavam aramaico na Galileia. O nome aramaico de Pedro ficou guardado no próprio Novo Testamento: Kefa, que o Evangelho de João e Paulo escrevem Kephas (Jo 1,42; 1Cor 15,5). Em aramaico, a mesma palavra serve para "pedra" e para "rocha", como lembra Cullmann. A Peshitta, tradução siríaca do Novo Testamento (o siríaco é um dialeto aramaico), diz literalmente: "tu és kefa, e sobre esta kefa edificarei a minha Igreja". Não sabemos as palavras exatas que Jesus usou, mas tudo indica que o jogo de palavras era um só: Pedro é a pedra.

"Sobre esta pedra", e não "sobre ti". Quem lê a pedra como a fé lembra que Jesus não disse "sobre ti edificarei", mas "sobre esta pedra". É um argumento sério. Do lado católico, responde-se que "esta" aponta para o que acabou de ser dito, o nome que Jesus deu a Simão, e que a frase seguinte volta ao "tu": "eu te darei as chaves". Tertuliano, como vimos, já entendia "sobre ti".

O que isso não decide. Mesmo quem aceita que a pedra é Pedro, como Cullmann, pode discordar sobre o que vem depois. A Igreja Católica lê esse texto junto com Lucas 22 e João 21, com os padres e com a vida da Igreja, e é isso que as próximas aulas mostram.

Lado a lado

As leituras da pedra, lado a lado

A pedra éQuem leu assimComo o Catecismo acolhe
O próprio PedroTertuliano (c. 200), Jerônimo (376 ou 377) e, no século XX, o luterano Oscar CullmannFoi só de Simão que o Senhor fez a pedra da sua Igreja (n. 881)
A fé que Pedro confessouHilário de Poitiers (c. 360), João Crisóstomo (c. 390)Cristo edificou a Igreja sobre o rochedo da fé confessada por Pedro (n. 424)
O próprio CristoAgostinho (começo do século V) e, na Reforma, Calvino (Cristo confessado por Pedro)Cristo, pedra viva, garante a Igreja edificada sobre Pedro (n. 552)
Pedro firmado por Cristo e pela féLeão Magno (anos 440)Pedro, graças à fé que confessou, é o rochedo da Igreja (n. 552)

Os frutos

Por que isso importa para quem crê?

Se a pedra fosse só uma ideia, a fé poderia ficar solta no ar, cada um com a sua. Jesus quis que a fé tivesse um rosto: o de um pescador que errou, chorou, voltou e confirmou os irmãos. Na Igreja, essa mesma fé continua a ser professada em voz alta, todos os domingos, no Credo, que confessa Jesus Cristo como Filho de Deus. E cada cristão que a professa de coração entra na construção como pedra viva.

Com um amigo evangélico, há um ponto de partida comum: os dois creem que Cristo é a rocha e o único fundamento. A pergunta é se Ele quis fazer de Pedro uma pedra, por participação. Vale ler juntos Mateus 16, Lucas 22 e João 21, com calma, e deixar o texto falar antes das conclusões.

Para guardar

Cristo é a rocha por natureza; Pedro é pedra porque Cristo o firma e porque confessou a fé que o Pai lhe revelou. A Igreja não precisa escolher entre Pedro e a fé de Pedro: Jesus prometeu edificar sobre o Pedro que confessava essa fé.

Teste

Teste o que você aprendeu

5 perguntas. A resposta aparece assim que você escolhe.

  1. 1. Qual é o nome aramaico de Pedro que aparece no Novo Testamento?

  2. 2. O que diz o Catecismo, no número 424, sobre a pedra em que Cristo edificou a Igreja?

  3. 3. Qual papa, citado na nota do Catecismo n. 424, diz que Cristo é a pedra inviolável e que Pedro também é pedra, firmado pela força de Cristo?

  4. 4. Qual destes padres explicou "sobre esta pedra" como "sobre a fé da sua confissão"?

  5. 5. Em 1 Coríntios 3,11, Paulo diz que o único fundamento é:

Perguntas frequentes

Petros quer dizer pedrinha?

Não exatamente. No grego antigo, sobretudo na poesia, petros era uma pedra (às vezes bem grande) e petra um rochedo; a palavra comum para pedra era lithos. No Novo Testamento, Petros aparece só como nome próprio, na forma masculina porque Pedro é homem. Em aramaico, o nome é Kefa, que quer dizer pedra e rocha.

Em que língua Jesus disse "tu és Pedro"?

Muito provavelmente em aramaico, a língua que Jesus e os apóstolos falavam na Galileia. O Evangelho de Mateus chegou até nós em grego, mas o nome aramaico de Pedro, Kefa (Cefas), ficou guardado em João 1,42 e nas cartas de Paulo.

Os padres da Igreja diziam que a pedra é a fé de Pedro?

Alguns, sim, como Hilário de Poitiers e João Crisóstomo. Outros viam na pedra o próprio Pedro, como Tertuliano e Jerônimo, e Agostinho via o próprio Cristo. Vários juntavam as leituras, como Leão Magno, e Crisóstomo, mesmo lendo a pedra como fé, chamava Pedro de chefe dos apóstolos.

Se Cristo é o único fundamento, como Pedro pode ser pedra?

A Bíblia usa a imagem em mais de um sentido. Cristo é o fundamento de tudo (1Cor 3,11), mas os fiéis também estão edificados sobre o fundamento dos apóstolos (Ef 2,20), e os doze alicerces da Jerusalém celeste têm os nomes deles (Ap 21,14). Pedro é pedra porque Cristo o firma, como explicava Leão Magno.

Ser a pedra quer dizer que Pedro tem sucessores?

Essa é outra pergunta. Mateus 16 mostra o lugar de Pedro; a sucessão e o papel do papa são tratados nas aulas sobre a liderança do papa e sobre a sucessão apostólica.

Para ir mais fundo

Fontes

  1. VaticanoCatecismo da Igreja Católica, n. 424 e 552
  2. VaticanoCatecismo da Igreja Católica, n. 881
  3. VaticanoCatecismo da Igreja Católica (inglês), n. 424 e a nota que cita o Sermão 4 de Leão Magno
  4. VaticanoConcílio Vaticano I, constituição Pastor Aeternus (1870), em latim, cap. 1
  5. VaticanoBento XVI, audiência geral de 22 de fevereiro de 2006, sobre a Cátedra de Pedro
  6. CCELJoão Calvino, Institutas, livro IV, capítulo 6, 6 (tradução inglesa)
  7. Internet ArchiveOscar Cullmann, Peter: Disciple, Apostle, Martyr (tradução inglesa)
  8. Logeion (Universidade de Chicago)Liddell e Scott, verbete πέτρος
  9. Logeion (Universidade de Chicago)Liddell e Scott, verbete πέτρα
  10. DukhranaNovo Testamento Peshitta (siríaco), Mateus 16,18
  11. Catholic EncyclopediaSt. Peter, Prince of the Apostles: o nome Cefas
  12. The Latin LibraryTertuliano, De praescriptione haereticorum, 22 (texto latino)
  13. The Latin LibraryTertuliano, De pudicitia, 21 (texto latino)
  14. New AdventJerônimo, Carta 15, ao papa Dâmaso (tradução inglesa)
  15. New AdventHilário de Poitiers, A Trindade, livro VI (tradução inglesa)
  16. New AdventJoão Crisóstomo, Homilia 54 sobre Mateus (tradução inglesa)
  17. New AdventJoão Crisóstomo, Homilia 88 sobre João (tradução inglesa)
  18. New AdventAgostinho, Tratados sobre o Evangelho de João, 124 (tradução inglesa)
  19. Bibliothek der Kirchenväter (Universidade de Friburgo)Agostinho, Retratações I,21 (texto latino da Patrologia Latina e tradução francesa)
  20. New AdventOrígenes, Comentário a Mateus, livro XII (tradução inglesa)
  21. Documenta Catholica OmniaLeão Magno, Sermones, Sermo IV (texto latino da Patrologia Latina)
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