A resposta curta
A Bíblia não narra a Assunção, e a Igreja não diz que narra. O dogma, definido por Pio XII em 1950, ensina que Maria, terminada a vida na terra, foi levada em corpo e alma à glória do céu; ele se apoia na fé constante da Igreja, guardada na Tradição e na liturgia, e na união de Maria com Cristo, que a Escritura mostra. Se Maria morreu antes disso, a Igreja não definiu.
A objeção
O que se costuma dizer
Mostre o versículo. A Bíblia não diz em lugar nenhum que Maria subiu ao céu de corpo e alma. Isso foi decretado pelo papa Pio XII em 1950, quase dois mil anos depois. Maria foi uma mulher santa, morreu como todos e espera a ressurreição como todos os cristãos.
A Bíblia ainda diz que aos homens está determinado morrer uma só vez (Hb 9,27) e que a ressurreição tem uma ordem: primeiro Cristo, depois os que são de Cristo, quando ele vier (1Cor 15,23). Uma assunção antes do fim dos tempos contradiz a Escritura. É um dogma criado para engrandecer Maria.
De onde vem a pergunta
De onde vem essa fé?
É verdade que a definição solene é de 1950. Mas definir não é inventar. A Igreja costuma definir uma verdade quando ela é contestada ou quando quer confirmá-la para todos, e não quando ela aparece pela primeira vez. Foi assim, por exemplo, com a divindade de Cristo, proclamada no Concílio de Niceia, em 325, contra Ário.
Sobre o fim da vida de Maria, a Bíblia não conta nada, e os primeiros séculos também quase nada dizem. Na segunda metade do século IV, Epifânio de Salamina, bispo em Chipre, reconhecia não saber nada de certo sobre isso, segundo a Catholic Encyclopedia. Os relatos mais antigos que contam a morte de Maria e a sua elevação ao céu, chamados Trânsito de Maria, são apócrifos, cheios de detalhes lendários, e a Igreja não os tem como Escritura. A data deles é discutida: João Paulo II falou de um núcleo dos séculos II e III, e disse que esses relatos recolhem uma intuição de fé do povo de Deus; a Catholic Encyclopedia, de 1907, situava o mais antigo nos séculos IV e V.
Depois vieram a liturgia e a pregação. Antes do ano 500 já se celebrava na Palestina a festa da passagem de Maria, provavelmente em agosto. No fim do século VI, segundo uma notícia antiga que a própria Catholic Encyclopedia registra com reserva, o imperador Maurício (582 a 602) teria fixado a festa em 15 de agosto para o Império Bizantino. Em Roma, o papa Sérgio I (687 a 701) mandou fazer procissões nas festas de Maria, entre elas a da Dormição, como lembra a própria bula de 1950. No século VIII, João Damasceno pregou homilias inteiras sobre o tema.
Em 1946, Pio XII perguntou a todos os bispos do mundo se a Assunção podia ser definida como verdade de fé. Segundo João Paulo II, só 6 das 1.181 respostas manifestaram alguma reserva sobre o caráter revelado dessa verdade. A definição veio em 1º de novembro de 1950.
A pergunta certa
Qual é a pergunta que importa?
A pergunta "onde está o versículo?" tem resposta simples: não há versículo que narre a Assunção, e a Igreja não diz que há. João Paulo II disse isso com todas as letras, como se vê mais abaixo.
A pergunta honesta é outra: uma verdade pode ser revelada por Deus sem estar narrada na Bíblia? Para a Igreja Católica, sim, porque ela recebe a Palavra de Deus pela Escritura e também pela Tradição que vem dos apóstolos. O Catecismo diz que a Igreja "não tira só da Sagrada Escritura a sua certeza a respeito de todas as coisas reveladas" (n. 82). Essa é a diferença de fundo com os irmãos evangélicos, tema de uma próxima aula do curso.
E há uma segunda pergunta, que se pode discutir com a Bíblia aberta: a Assunção contradiz a Escritura, ou combina com o que ela mostra?
O que diz a Bíblia
Que sinais a Bíblia dá?
O que a Bíblia não diz
O Novo Testamento não conta como terminou a vida de Maria. A última vez que ela aparece é rezando com os apóstolos, antes de Pentecostes (At 1,14). Não há relato da morte dela, nem do sepulcro, nem de uma subida ao céu. Por isso nenhum católico precisa "achar" a Assunção num versículo. O que se pode perguntar é se a Bíblia conhece algo parecido e se ela contradiz essa fé.
Deus já levou pessoas para junto de si
A Bíblia conta de duas pessoas que Deus levou para junto de si sem deixar o corpo na terra:
Henoc andou com Deus, e já não estava, porque Deus o levou. (Gn 5,24)
Pela fé, Henoc foi levado para não ver a morte, e não foi mais encontrado, porque Deus o tinha levado. (Hb 11,5)
Enquanto iam andando e conversando, um carro de fogo com cavalos de fogo separou os dois, e Elias subiu ao céu no redemoinho. (2Rs 2,11)
Henoc e Elias não provam a Assunção de Maria, e os casos não são iguais. Mas mostram que, para a própria Bíblia, Deus pode levar alguém para junto de si de um modo fora do comum, sem tirar nada de Cristo.
E a ordem da ressurreição?
Paulo escreve:
Cristo ressuscitou dos mortos, primícias dos que adormeceram. [...] Cada um na sua ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. (1Cor 15,20.23)
Paulo descreve a regra geral, e a Igreja a ensina do mesmo modo: Cristo primeiro, os seus no fim dos tempos. A Assunção é vista como uma exceção por graça, uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos (Catecismo, n. 966). O próprio Mateus conta que, na morte de Jesus, os sepulcros se abriram e "muitos corpos de santos que dormiam ressuscitaram" e apareceram a muitos em Jerusalém (Mt 27,52-53), sem explicar mais. A regra de 1 Coríntios 15 não impede Deus de antecipar.
Hebreus 9,27 ("está determinado que os homens morram uma só vez") também não é contrariado: a Igreja não ensina que Maria morreu duas vezes, e nem sequer definiu se ela morreu, como se verá adiante.
A arca e a mulher do Apocalipse
No Apocalipse, João vê aberto o santuário de Deus no céu, com a arca da aliança (Ap 11,19), e logo em seguida:
Apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida do sol, com a lua debaixo dos pés e, sobre a cabeça, uma coroa de doze estrelas. (Ap 12,1)
Ela dá à luz "um filho, um menino, que vai governar todas as nações com cetro de ferro", e o filho é levado para junto de Deus e do seu trono (Ap 12,5). O menino é o Messias. A mulher é, antes de tudo, o povo de Deus, que sofre perseguição e foge para o deserto (Ap 12,6.13-17). Mas, como é a mãe do Messias, muitos cristãos viram nela também Maria. A bula de 1950 diz que os teólogos medievais "vislumbram" a Assunção nessa mulher (n. 27). É um sinal, e assim deve ser usado: não como prova.
O que a Bíblia mostra com clareza
O que a Escritura mostra com clareza é a união de Maria com o Filho: ela é a mãe do Senhor (Lc 1,43), aquela que todas as gerações chamarão de bem-aventurada (Lc 1,48), a que fica de pé junto à cruz (Jo 19,25-27) e reza com a Igreja nascente (At 1,14). É dessa união que a Igreja tira a conclusão de que o Filho não deixaria a mãe na corrupção do sepulcro.
Os versículos estão em tradução nossa, feita a partir do grego e do hebraico. Para ler cada capítulo inteiro numa tradução católica, veja a Bíblia Ave-Maria: Atos 1, Gênesis 5, Hebreus 11, 2 Reis 2, 1 Coríntios 15, Mateus 27, Hebreus 9, Apocalipse 11, Apocalipse 12, Lucas 1 e João 19.

O que diziam os primeiros cristãos
O que diziam os antigos?
É honesto começar pelo silêncio. Nos três primeiros séculos, os escritores cristãos que chegaram até nós não falam do fim da vida de Maria, e Epifânio, na segunda metade do século IV, admitia não saber como ela terminou. A fé na Assunção aparece com clareza a partir dos séculos V e VI, na liturgia e na pregação, e depois nos grandes teólogos.
Gregório de Tours, por volta de 590. Bispo na Gália, é o escritor do Ocidente mais antigo, entre os que chegaram até nós, a falar da Assunção, no Livro da glória dos mártires (I,4), segundo a Catholic Encyclopedia.
João Damasceno, século VIII. Monge perto de Jerusalém, pregou três homilias sobre a Dormição de Maria. Pio XII cita uma delas na bula de 1950:
Convinha que aquela que no parto manteve ilibada virgindade conservasse o corpo incorrupto mesmo depois da morte. (citado em Munificentissimus Deus, n. 21)
Repare no argumento: não é "está escrito", é "convinha". É o que os teólogos chamam de argumento de conveniência: dado tudo o que Deus fez em Maria, era coerente que fizesse também isso. A bula usa esse tipo de raciocínio junto com o testemunho da fé da Igreja.
Germano de Constantinopla, século VIII. O patriarca dizia que o corpo virginal de Maria, "totalmente domicílio de Deus", não podia se desfazer em pó (citado em Munificentissimus Deus, n. 22).
Bernardino de Sena, século XV. Notava que a Igreja nunca procurou nem expôs à veneração relíquias do corpo de Maria, e via nisso "como que uma experiência sensível" da Assunção (citado em Munificentissimus Deus, n. 33). Jerusalém e Éfeso disputam o lugar onde Maria terminou a vida, e em Jerusalém mostra-se um túmulo dela.
As frases de Damasceno, Germano e Bernardino estão na tradução portuguesa da bula, publicada pelo Vaticano.
O que a Igreja ensina
O que foi definido, e o que ficou em aberto?
Em 1º de novembro de 1950, Pio XII definiu solenemente a Assunção como dogma, isto é, como verdade revelada por Deus que todo católico crê. Esta é a fórmula, com o que o Catecismo e João Paulo II explicaram depois:
[…] a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial
A Assunção da santíssima Virgem é uma singular participação na ressurreição do seu Filho e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos […]
[…] seguindo o meu venerado Predecessor Pio XII, não se pronuncia sobre a questão da morte de Maria.
O Novo Testamento, embora não afirme explicitamente a Assunção de Maria, oferece o seu fundamento […]
Repare no que foi definido e no que não foi. Foi definido que Maria, ao terminar a vida na terra, foi levada em corpo e alma à glória do céu. Não foi definido se ela morreu antes: Pio XII escolheu de propósito a fórmula "terminado o curso da vida terrestre", e o Concílio Vaticano II a repetiu (Lumen Gentium, n. 59). Como explicou João Paulo II, a tradição comum é que Maria morreu, como o Filho, e foi então levada ao céu; a opinião de que ela não morreu, segundo ele, era desconhecida até o século XVII. Os cristãos do Oriente chamam a festa de Dormição, o adormecer de Maria, e o Catecismo cita uma oração bizantina dessa festa no mesmo número 966. Também não foram definidos o lugar, a data nem o modo.
A própria bula é franca sobre o uso da Bíblia: reconhece que os teólogos, para explicar a Assunção, "serviram-se com certa liberdade de fatos e textos da Sagrada Escritura" (n. 26), e apoia o dogma na fé constante da Igreja e, em último fundamento, na união de Maria com o Filho que a Escritura mostra (n. 38). Os trechos são curtos; o texto inteiro está no link de cada um.
Linha do tempo
A Assunção, da tradição ao dogma
A data em destaque é a da definição. Tudo o que vem antes mostra a fé celebrada na liturgia muito antes do dogma.
- séc. II a VRelatos do Trânsito de MariaTextos apócrifos contam a morte de Maria e a sua elevação ao céu. A data dos mais antigos é discutida.
- c. 375Epifânio de SalaminaNo Panarion, o bispo admite não saber nada de certo sobre o fim da vida de Maria.
- antes de 500Festa na PalestinaJá se celebra a festa da passagem de Maria, provavelmente em agosto.
- c. 590Gregório de ToursÉ o escritor do Ocidente mais antigo, entre os que chegaram até nós, a falar da Assunção.
- fim do séc. VIImperador MaurícioSegundo uma notícia antiga, registrada com reserva, teria fixado a festa em 15 de agosto no Império Bizantino.
- 687 a 701Papa Sérgio IManda fazer procissões em Roma nas festas de Maria, entre elas a da Dormição.
- séc. VIIIJoão Damasceno e GermanoPregam homilias sobre a Dormição e a Assunção de Maria.
- c. 847Papa Leão IVAcrescenta à festa da Assunção uma vigília e uma oitava.
- 1946Consulta aos bisposPio XII pergunta aos bispos do mundo se a Assunção pode ser definida.
- 1950A definiçãoEm 1º de novembro, Pio XII define a Assunção como dogma.
- 1964Concílio Vaticano IIRepete a definição na Lumen Gentium (n. 59).
Lado a lado
O que foi definido e o que ficou em aberto
| Pergunta | Resposta da Igreja | Onde conferir |
|---|---|---|
| Maria está no céu em corpo e alma? | Sim. É dogma desde 1950. | Munificentissimus Deus, n. 44; Catecismo, n. 966 |
| Maria morreu antes de ser levada ao céu? | Não foi definido. A tradição comum diz que sim, e o Oriente celebra a Dormição. | João Paulo II, audiência de 25 de junho de 1997 |
| A Bíblia narra a Assunção? | Não. O Novo Testamento não a afirma explicitamente, mas mostra a união de Maria com o Filho. | João Paulo II, audiência de 2 de julho de 1997 |
| Onde, quando e como aconteceu? | Não foi definido; os relatos antigos com esses detalhes são apócrifos. | Catholic Encyclopedia, The Feast of the Assumption |
| A Assunção põe Maria no lugar de Cristo? | Não. É uma participação na ressurreição de Cristo, uma graça que vem dele. | Catecismo, n. 966 |
Os frutos
Por que isso importa?
A Assunção não é um enfeite na história de Maria. Ela diz algo sobre nós. O Catecismo a chama de antecipação da ressurreição dos outros cristãos (n. 966): o que Deus fez em Maria é o que Ele promete a todos os que são de Cristo. Pio XII escreveu que esperava que essa fé tornasse "mais firme e operativa a fé na nossa própria ressurreição" (Munificentissimus Deus, n. 42). E o Concílio chama Maria, glorificada em corpo e alma, de sinal de esperança segura e de consolação para o povo de Deus ainda a caminho (Lumen Gentium, n. 68).
Num tempo que trata o corpo ora como ídolo, ora como coisa descartável, a Assunção lembra que o corpo também foi feito para a glória.
Com um amigo evangélico, o terreno comum é grande: os dois creem na ressurreição da carne e esperam a volta de Cristo. A diferença está em como a fé é transmitida, só pela Escritura ou também pela Tradição. Vale conversar sobre isso com franqueza, sem fingir que a Assunção está narrada num versículo, e sem tratar como pouca coisa uma fé que os cristãos celebram há cerca de mil e quinhentos anos, primeiro no Oriente e depois no Ocidente.
Para guardar
A Bíblia não narra a Assunção, e a Igreja não diz que narra. O dogma ensina que Maria, terminada a vida na terra, foi levada em corpo e alma ao céu; se ela morreu antes, a Igreja não definiu.
Teste
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5 perguntas. A resposta aparece assim que você escolhe.
1. Em que ano a Assunção de Maria foi definida como dogma?
Pio XII definiu a Assunção em 1º de novembro de 1950, na constituição Munificentissimus Deus. Em 1854, Pio IX tinha definido a Imaculada Conceição.
2. O que a definição de Pio XII deixou em aberto?
A fórmula "terminado o curso da vida terrestre" foi escolhida para não decidir se Maria morreu. A tradição comum diz que sim, e o Oriente chama a festa de Dormição.
3. Que personagens do Antigo Testamento a Bíblia diz que Deus levou para junto de si?
Henoc (Gn 5,24; Hb 11,5) e Elias (2Rs 2,11). Eles não provam a Assunção, mas mostram que a Bíblia conhece casos assim.
4. Segundo o Catecismo (n. 966), o que é a Assunção de Maria?
O Catecismo diz que a Assunção é uma singular participação na ressurreição do Filho e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos.
5. Como João Damasceno argumenta a favor da Assunção, no trecho citado por Pio XII?
É um argumento de conveniência: convinha que aquela que guardou a virgindade no parto conservasse o corpo incorrupto depois da morte (Munificentissimus Deus, n. 21).
Perguntas frequentes
A Assunção de Maria está na Bíblia?
Não como relato. O Novo Testamento não conta como terminou a vida de Maria, e João Paulo II disse que ele não afirma explicitamente a Assunção. A Igreja crê nela pela Tradição e pela liturgia antiga, e vê o seu fundamento na união de Maria com o Filho, que a Bíblia mostra.
Maria morreu antes da Assunção?
A Igreja não definiu. A tradição mais comum diz que sim, como o Filho, e os cristãos do Oriente chamam a festa de Dormição. Pio XII escolheu de propósito a fórmula "terminado o curso da vida terrestre".
Qual a diferença entre Ascensão e Assunção?
Na Ascensão, Jesus sobe ao céu pelo próprio poder, porque é Deus. Na Assunção, Maria é levada ao céu por Deus, como graça. Por isso uma é ascensão (subir) e a outra é assunção (ser tomada, levada).
Por que a Assunção só foi definida em 1950?
Porque definir não é inventar. A festa já era celebrada na Palestina antes do ano 500 e em Roma no século VII. Em 1946, Pio XII consultou os bispos do mundo, e quase todos responderam que a Assunção podia ser definida como verdade revelada.
Onde está o túmulo de Maria?
Jerusalém e Éfeso disputam o lugar onde Maria terminou a vida, e em Jerusalém mostra-se um túmulo dela. Mas a Igreja nunca venerou relíquias do corpo de Maria e não definiu onde nem quando ela foi levada ao céu.
Para ir mais fundo
Fontes
- VaticanoPio XII, constituição apostólica Munificentissimus Deus (1950), n. 11, 12, 19, 21, 22, 26, 27, 33, 38, 42 e 44
- VaticanoCatecismo da Igreja Católica, n. 966 e 974
- VaticanoCatecismo da Igreja Católica, n. 82 (Escritura e Tradição)
- VaticanoConcílio Vaticano II, constituição Lumen Gentium, n. 59 e 68
- VaticanoJoão Paulo II, audiência geral de 25 de junho de 1997 (a dormição da Mãe de Deus)
- VaticanoJoão Paulo II, audiência geral de 2 de julho de 1997 (a Assunção, verdade de fé)
- Catholic EncyclopediaThe Feast of the Assumption (1907): Epifânio, Gregório de Tours, a festa na Palestina, Maurício e Leão IV
- Bible HubTexto hebraico de Gênesis 5,24
- Bible HubTexto hebraico de 2 Reis 2,11
- Bible HubTexto grego de Hebreus 11,5
- Bible HubTexto grego de 1 Coríntios 15,23
- Bible HubTexto grego de Apocalipse 12,1
- Bible HubTexto grego de Mateus 27,52

