Pular para o conteúdo
Imagem gerada por IA: os apóstolos, ao redor de um túmulo vazio escavado na rocha, olham para o alto, onde Maria sobe ao céu entre nuvens e anjos.

Onde a Bíblia fala da Assunção de Maria?

A Igreja não diz que a Bíblia narra a Assunção. Diz que é uma verdade recebida pela Tradição, que a Escritura não contradiz e que combina com o que ela mostra de Maria.

12 min de leitura

Imagem gerada por IA: A Assunção de Maria como a arte cristã costuma pintá-la. O túmulo vazio e os apóstolos reunidos vêm de relatos antigos e lendários, que a Igreja não tem como Escritura; a Bíblia não narra a cena

A resposta curta

A Bíblia não narra a Assunção, e a Igreja não diz que narra. O dogma, definido por Pio XII em 1950, ensina que Maria, terminada a vida na terra, foi levada em corpo e alma à glória do céu; ele se apoia na fé constante da Igreja, guardada na Tradição e na liturgia, e na união de Maria com Cristo, que a Escritura mostra. Se Maria morreu antes disso, a Igreja não definiu.

A objeção

O que se costuma dizer

Mostre o versículo. A Bíblia não diz em lugar nenhum que Maria subiu ao céu de corpo e alma. Isso foi decretado pelo papa Pio XII em 1950, quase dois mil anos depois. Maria foi uma mulher santa, morreu como todos e espera a ressurreição como todos os cristãos.

A Bíblia ainda diz que aos homens está determinado morrer uma só vez (Hb 9,27) e que a ressurreição tem uma ordem: primeiro Cristo, depois os que são de Cristo, quando ele vier (1Cor 15,23). Uma assunção antes do fim dos tempos contradiz a Escritura. É um dogma criado para engrandecer Maria.

De onde vem a pergunta

De onde vem essa fé?

É verdade que a definição solene é de 1950. Mas definir não é inventar. A Igreja costuma definir uma verdade quando ela é contestada ou quando quer confirmá-la para todos, e não quando ela aparece pela primeira vez. Foi assim, por exemplo, com a divindade de Cristo, proclamada no Concílio de Niceia, em 325, contra Ário.

Sobre o fim da vida de Maria, a Bíblia não conta nada, e os primeiros séculos também quase nada dizem. Na segunda metade do século IV, Epifânio de Salamina, bispo em Chipre, reconhecia não saber nada de certo sobre isso, segundo a Catholic Encyclopedia. Os relatos mais antigos que contam a morte de Maria e a sua elevação ao céu, chamados Trânsito de Maria, são apócrifos, cheios de detalhes lendários, e a Igreja não os tem como Escritura. A data deles é discutida: João Paulo II falou de um núcleo dos séculos II e III, e disse que esses relatos recolhem uma intuição de fé do povo de Deus; a Catholic Encyclopedia, de 1907, situava o mais antigo nos séculos IV e V.

Depois vieram a liturgia e a pregação. Antes do ano 500 já se celebrava na Palestina a festa da passagem de Maria, provavelmente em agosto. No fim do século VI, segundo uma notícia antiga que a própria Catholic Encyclopedia registra com reserva, o imperador Maurício (582 a 602) teria fixado a festa em 15 de agosto para o Império Bizantino. Em Roma, o papa Sérgio I (687 a 701) mandou fazer procissões nas festas de Maria, entre elas a da Dormição, como lembra a própria bula de 1950. No século VIII, João Damasceno pregou homilias inteiras sobre o tema.

Em 1946, Pio XII perguntou a todos os bispos do mundo se a Assunção podia ser definida como verdade de fé. Segundo João Paulo II, só 6 das 1.181 respostas manifestaram alguma reserva sobre o caráter revelado dessa verdade. A definição veio em 1º de novembro de 1950.

A pergunta certa

Qual é a pergunta que importa?

A pergunta "onde está o versículo?" tem resposta simples: não há versículo que narre a Assunção, e a Igreja não diz que há. João Paulo II disse isso com todas as letras, como se vê mais abaixo.

A pergunta honesta é outra: uma verdade pode ser revelada por Deus sem estar narrada na Bíblia? Para a Igreja Católica, sim, porque ela recebe a Palavra de Deus pela Escritura e também pela Tradição que vem dos apóstolos. O Catecismo diz que a Igreja "não tira só da Sagrada Escritura a sua certeza a respeito de todas as coisas reveladas" (n. 82). Essa é a diferença de fundo com os irmãos evangélicos, tema de uma próxima aula do curso.

E há uma segunda pergunta, que se pode discutir com a Bíblia aberta: a Assunção contradiz a Escritura, ou combina com o que ela mostra?

O que diz a Bíblia

Que sinais a Bíblia dá?

O que a Bíblia não diz

O Novo Testamento não conta como terminou a vida de Maria. A última vez que ela aparece é rezando com os apóstolos, antes de Pentecostes (At 1,14). Não há relato da morte dela, nem do sepulcro, nem de uma subida ao céu. Por isso nenhum católico precisa "achar" a Assunção num versículo. O que se pode perguntar é se a Bíblia conhece algo parecido e se ela contradiz essa fé.

Deus já levou pessoas para junto de si

A Bíblia conta de duas pessoas que Deus levou para junto de si sem deixar o corpo na terra:

Henoc andou com Deus, e já não estava, porque Deus o levou. (Gn 5,24)

Pela fé, Henoc foi levado para não ver a morte, e não foi mais encontrado, porque Deus o tinha levado. (Hb 11,5)

Enquanto iam andando e conversando, um carro de fogo com cavalos de fogo separou os dois, e Elias subiu ao céu no redemoinho. (2Rs 2,11)

Henoc e Elias não provam a Assunção de Maria, e os casos não são iguais. Mas mostram que, para a própria Bíblia, Deus pode levar alguém para junto de si de um modo fora do comum, sem tirar nada de Cristo.

E a ordem da ressurreição?

Paulo escreve:

Cristo ressuscitou dos mortos, primícias dos que adormeceram. [...] Cada um na sua ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. (1Cor 15,20.23)

Paulo descreve a regra geral, e a Igreja a ensina do mesmo modo: Cristo primeiro, os seus no fim dos tempos. A Assunção é vista como uma exceção por graça, uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos (Catecismo, n. 966). O próprio Mateus conta que, na morte de Jesus, os sepulcros se abriram e "muitos corpos de santos que dormiam ressuscitaram" e apareceram a muitos em Jerusalém (Mt 27,52-53), sem explicar mais. A regra de 1 Coríntios 15 não impede Deus de antecipar.

Hebreus 9,27 ("está determinado que os homens morram uma só vez") também não é contrariado: a Igreja não ensina que Maria morreu duas vezes, e nem sequer definiu se ela morreu, como se verá adiante.

A arca e a mulher do Apocalipse

No Apocalipse, João vê aberto o santuário de Deus no céu, com a arca da aliança (Ap 11,19), e logo em seguida:

Apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida do sol, com a lua debaixo dos pés e, sobre a cabeça, uma coroa de doze estrelas. (Ap 12,1)

Ela dá à luz "um filho, um menino, que vai governar todas as nações com cetro de ferro", e o filho é levado para junto de Deus e do seu trono (Ap 12,5). O menino é o Messias. A mulher é, antes de tudo, o povo de Deus, que sofre perseguição e foge para o deserto (Ap 12,6.13-17). Mas, como é a mãe do Messias, muitos cristãos viram nela também Maria. A bula de 1950 diz que os teólogos medievais "vislumbram" a Assunção nessa mulher (n. 27). É um sinal, e assim deve ser usado: não como prova.

O que a Bíblia mostra com clareza

O que a Escritura mostra com clareza é a união de Maria com o Filho: ela é a mãe do Senhor (Lc 1,43), aquela que todas as gerações chamarão de bem-aventurada (Lc 1,48), a que fica de pé junto à cruz (Jo 19,25-27) e reza com a Igreja nascente (At 1,14). É dessa união que a Igreja tira a conclusão de que o Filho não deixaria a mãe na corrupção do sepulcro.

Os versículos estão em tradução nossa, feita a partir do grego e do hebraico. Para ler cada capítulo inteiro numa tradução católica, veja a Bíblia Ave-Maria: Atos 1, Gênesis 5, Hebreus 11, 2 Reis 2, 1 Coríntios 15, Mateus 27, Hebreus 9, Apocalipse 11, Apocalipse 12, Lucas 1 e João 19.

Imagem gerada por IA: o profeta Elias sobe ao céu num carro de fogo puxado por cavalos de fogo, enquanto Eliseu, à beira do rio Jordão, estende os braços para o manto que cai.
Imagem gerada por IA: Elias levado ao céu num redemoinho (2Rs 2,11), um dos sinais bíblicos de que Deus pode levar alguém para junto de si, em estilo de pintura barroca

O que diziam os primeiros cristãos

O que diziam os antigos?

É honesto começar pelo silêncio. Nos três primeiros séculos, os escritores cristãos que chegaram até nós não falam do fim da vida de Maria, e Epifânio, na segunda metade do século IV, admitia não saber como ela terminou. A fé na Assunção aparece com clareza a partir dos séculos V e VI, na liturgia e na pregação, e depois nos grandes teólogos.

Gregório de Tours, por volta de 590. Bispo na Gália, é o escritor do Ocidente mais antigo, entre os que chegaram até nós, a falar da Assunção, no Livro da glória dos mártires (I,4), segundo a Catholic Encyclopedia.

João Damasceno, século VIII. Monge perto de Jerusalém, pregou três homilias sobre a Dormição de Maria. Pio XII cita uma delas na bula de 1950:

Convinha que aquela que no parto manteve ilibada virgindade conservasse o corpo incorrupto mesmo depois da morte. (citado em Munificentissimus Deus, n. 21)

Repare no argumento: não é "está escrito", é "convinha". É o que os teólogos chamam de argumento de conveniência: dado tudo o que Deus fez em Maria, era coerente que fizesse também isso. A bula usa esse tipo de raciocínio junto com o testemunho da fé da Igreja.

Germano de Constantinopla, século VIII. O patriarca dizia que o corpo virginal de Maria, "totalmente domicílio de Deus", não podia se desfazer em pó (citado em Munificentissimus Deus, n. 22).

Bernardino de Sena, século XV. Notava que a Igreja nunca procurou nem expôs à veneração relíquias do corpo de Maria, e via nisso "como que uma experiência sensível" da Assunção (citado em Munificentissimus Deus, n. 33). Jerusalém e Éfeso disputam o lugar onde Maria terminou a vida, e em Jerusalém mostra-se um túmulo dela.

As frases de Damasceno, Germano e Bernardino estão na tradução portuguesa da bula, publicada pelo Vaticano.

O que a Igreja ensina

O que foi definido, e o que ficou em aberto?

Em 1º de novembro de 1950, Pio XII definiu solenemente a Assunção como dogma, isto é, como verdade revelada por Deus que todo católico crê. Esta é a fórmula, com o que o Catecismo e João Paulo II explicaram depois:

[…] a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial

Pio XII, constituição apostólica Munificentissimus Deus, n. 44

A Assunção da santíssima Virgem é uma singular participação na ressurreição do seu Filho e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos […]

Catecismo da Igreja Católica, n. 966

[…] seguindo o meu venerado Predecessor Pio XII, não se pronuncia sobre a questão da morte de Maria.

João Paulo II, audiência geral de 25 de junho de 1997, n. 1

O Novo Testamento, embora não afirme explicitamente a Assunção de Maria, oferece o seu fundamento […]

João Paulo II, audiência geral de 2 de julho de 1997, n. 3

Repare no que foi definido e no que não foi. Foi definido que Maria, ao terminar a vida na terra, foi levada em corpo e alma à glória do céu. Não foi definido se ela morreu antes: Pio XII escolheu de propósito a fórmula "terminado o curso da vida terrestre", e o Concílio Vaticano II a repetiu (Lumen Gentium, n. 59). Como explicou João Paulo II, a tradição comum é que Maria morreu, como o Filho, e foi então levada ao céu; a opinião de que ela não morreu, segundo ele, era desconhecida até o século XVII. Os cristãos do Oriente chamam a festa de Dormição, o adormecer de Maria, e o Catecismo cita uma oração bizantina dessa festa no mesmo número 966. Também não foram definidos o lugar, a data nem o modo.

A própria bula é franca sobre o uso da Bíblia: reconhece que os teólogos, para explicar a Assunção, "serviram-se com certa liberdade de fatos e textos da Sagrada Escritura" (n. 26), e apoia o dogma na fé constante da Igreja e, em último fundamento, na união de Maria com o Filho que a Escritura mostra (n. 38). Os trechos são curtos; o texto inteiro está no link de cada um.

Linha do tempo

A Assunção, da tradição ao dogma

A data em destaque é a da definição. Tudo o que vem antes mostra a fé celebrada na liturgia muito antes do dogma.

  1. séc. II a VRelatos do Trânsito de MariaTextos apócrifos contam a morte de Maria e a sua elevação ao céu. A data dos mais antigos é discutida.
  2. c. 375Epifânio de SalaminaNo Panarion, o bispo admite não saber nada de certo sobre o fim da vida de Maria.
  3. antes de 500Festa na PalestinaJá se celebra a festa da passagem de Maria, provavelmente em agosto.
  4. c. 590Gregório de ToursÉ o escritor do Ocidente mais antigo, entre os que chegaram até nós, a falar da Assunção.
  5. fim do séc. VIImperador MaurícioSegundo uma notícia antiga, registrada com reserva, teria fixado a festa em 15 de agosto no Império Bizantino.
  6. 687 a 701Papa Sérgio IManda fazer procissões em Roma nas festas de Maria, entre elas a da Dormição.
  7. séc. VIIIJoão Damasceno e GermanoPregam homilias sobre a Dormição e a Assunção de Maria.
  8. c. 847Papa Leão IVAcrescenta à festa da Assunção uma vigília e uma oitava.
  9. 1946Consulta aos bisposPio XII pergunta aos bispos do mundo se a Assunção pode ser definida.
  10. 1950A definiçãoEm 1º de novembro, Pio XII define a Assunção como dogma.
  11. 1964Concílio Vaticano IIRepete a definição na Lumen Gentium (n. 59).

Lado a lado

O que foi definido e o que ficou em aberto

PerguntaResposta da IgrejaOnde conferir
Maria está no céu em corpo e alma?Sim. É dogma desde 1950.Munificentissimus Deus, n. 44; Catecismo, n. 966
Maria morreu antes de ser levada ao céu?Não foi definido. A tradição comum diz que sim, e o Oriente celebra a Dormição.João Paulo II, audiência de 25 de junho de 1997
A Bíblia narra a Assunção?Não. O Novo Testamento não a afirma explicitamente, mas mostra a união de Maria com o Filho.João Paulo II, audiência de 2 de julho de 1997
Onde, quando e como aconteceu?Não foi definido; os relatos antigos com esses detalhes são apócrifos.Catholic Encyclopedia, The Feast of the Assumption
A Assunção põe Maria no lugar de Cristo?Não. É uma participação na ressurreição de Cristo, uma graça que vem dele.Catecismo, n. 966

Os frutos

Por que isso importa?

A Assunção não é um enfeite na história de Maria. Ela diz algo sobre nós. O Catecismo a chama de antecipação da ressurreição dos outros cristãos (n. 966): o que Deus fez em Maria é o que Ele promete a todos os que são de Cristo. Pio XII escreveu que esperava que essa fé tornasse "mais firme e operativa a fé na nossa própria ressurreição" (Munificentissimus Deus, n. 42). E o Concílio chama Maria, glorificada em corpo e alma, de sinal de esperança segura e de consolação para o povo de Deus ainda a caminho (Lumen Gentium, n. 68).

Num tempo que trata o corpo ora como ídolo, ora como coisa descartável, a Assunção lembra que o corpo também foi feito para a glória.

Com um amigo evangélico, o terreno comum é grande: os dois creem na ressurreição da carne e esperam a volta de Cristo. A diferença está em como a fé é transmitida, só pela Escritura ou também pela Tradição. Vale conversar sobre isso com franqueza, sem fingir que a Assunção está narrada num versículo, e sem tratar como pouca coisa uma fé que os cristãos celebram há cerca de mil e quinhentos anos, primeiro no Oriente e depois no Ocidente.

Para guardar

A Bíblia não narra a Assunção, e a Igreja não diz que narra. O dogma ensina que Maria, terminada a vida na terra, foi levada em corpo e alma ao céu; se ela morreu antes, a Igreja não definiu.

Teste

Teste o que você aprendeu

5 perguntas. A resposta aparece assim que você escolhe.

  1. 1. Em que ano a Assunção de Maria foi definida como dogma?

  2. 2. O que a definição de Pio XII deixou em aberto?

  3. 3. Que personagens do Antigo Testamento a Bíblia diz que Deus levou para junto de si?

  4. 4. Segundo o Catecismo (n. 966), o que é a Assunção de Maria?

  5. 5. Como João Damasceno argumenta a favor da Assunção, no trecho citado por Pio XII?

Perguntas frequentes

A Assunção de Maria está na Bíblia?

Não como relato. O Novo Testamento não conta como terminou a vida de Maria, e João Paulo II disse que ele não afirma explicitamente a Assunção. A Igreja crê nela pela Tradição e pela liturgia antiga, e vê o seu fundamento na união de Maria com o Filho, que a Bíblia mostra.

Maria morreu antes da Assunção?

A Igreja não definiu. A tradição mais comum diz que sim, como o Filho, e os cristãos do Oriente chamam a festa de Dormição. Pio XII escolheu de propósito a fórmula "terminado o curso da vida terrestre".

Qual a diferença entre Ascensão e Assunção?

Na Ascensão, Jesus sobe ao céu pelo próprio poder, porque é Deus. Na Assunção, Maria é levada ao céu por Deus, como graça. Por isso uma é ascensão (subir) e a outra é assunção (ser tomada, levada).

Por que a Assunção só foi definida em 1950?

Porque definir não é inventar. A festa já era celebrada na Palestina antes do ano 500 e em Roma no século VII. Em 1946, Pio XII consultou os bispos do mundo, e quase todos responderam que a Assunção podia ser definida como verdade revelada.

Onde está o túmulo de Maria?

Jerusalém e Éfeso disputam o lugar onde Maria terminou a vida, e em Jerusalém mostra-se um túmulo dela. Mas a Igreja nunca venerou relíquias do corpo de Maria e não definiu onde nem quando ela foi levada ao céu.

Para ir mais fundo

Fontes

  1. VaticanoPio XII, constituição apostólica Munificentissimus Deus (1950), n. 11, 12, 19, 21, 22, 26, 27, 33, 38, 42 e 44
  2. VaticanoCatecismo da Igreja Católica, n. 966 e 974
  3. VaticanoCatecismo da Igreja Católica, n. 82 (Escritura e Tradição)
  4. VaticanoConcílio Vaticano II, constituição Lumen Gentium, n. 59 e 68
  5. VaticanoJoão Paulo II, audiência geral de 25 de junho de 1997 (a dormição da Mãe de Deus)
  6. VaticanoJoão Paulo II, audiência geral de 2 de julho de 1997 (a Assunção, verdade de fé)
  7. Catholic EncyclopediaThe Feast of the Assumption (1907): Epifânio, Gregório de Tours, a festa na Palestina, Maurício e Leão IV
  8. Bible HubTexto hebraico de Gênesis 5,24
  9. Bible HubTexto hebraico de 2 Reis 2,11
  10. Bible HubTexto grego de Hebreus 11,5
  11. Bible HubTexto grego de 1 Coríntios 15,23
  12. Bible HubTexto grego de Apocalipse 12,1
  13. Bible HubTexto grego de Mateus 27,52
Grupo no WhatsApp